FIM DO TAPETE VERDE DE PLÁSTICO: FIFA EXIGE GRAMA DE VERDADE NA COPA 2026

Atenção, amantes do futebol! Preparem-se para uma reviravolta no esporte mais amado do mundo. A FIFA acaba de bater o martelo e cravar uma norma rigorosa para a Copa do Mundo de 2026: nada de gramado 100% sintético. A decisão, que afeta os jogos nos Estados Unidos, Canadá e México, visa garantir a excelência técnica das partidas, prometendo um espetáculo em campo como manda o figurino.

A entidade máxima do futebol agora obriga que as 16 arenas que sediarão o torneio utilizem apenas superfícies naturais ou sistemas híbridos, que mesclam fibras artificiais com a vegetação verdadeira. Para se adequar à nova diretriz, cerca de oito estádios que antes exibiam um ‘carpete’ de plástico tiveram que passar por uma cara e trabalhosa reforma. Além disso, a federação uniformizou as medidas dos campos, estabelecendo as dimensões exatas de 105 por 68 metros para assegurar uma paridade técnica em todos os confrontos.

Desde 2022, a FIFA tem investido pesado em pesquisa, firmando parcerias com as universidades de Michigan State e Tennessee. O objetivo é desenvolver gramados capazes de suportar os extremos climáticos das cidades anfitriãs, que variam desde o calor escaldante do México até o frio glacial do Canadá, sem esquecer da baixa iluminação em arenas cobertas. Para as zonas mais quentes, foram escolhidas variedades de Bermuda, como Tahoma 31, Tifway 419 e North Bridge, famosas pela resistência e capacidade de rápida recuperação. Já para os locais de baixas temperaturas, a aposta é no Kentucky Bluegrass, uma planta de estação fria que mantém a densidade, com a possibilidade de incluir o Ryegrass Perene.

A implementação deste padrão verde não é simples, enfrentando desafios logísticos, principalmente em cinco estádios com tetos fixos ou retráteis. Nesses casos, os sistemas híbridos serão fundamentais, pois as fibras sintéticas entrançadas na grama natural conferem maior firmeza e suportam melhor o pisoteio intenso dos atletas. A preparação dos campos envolve a remoção das superfícies artificiais antigas, escavação e a instalação de camadas especiais de areia e cerâmica porosa. A entidade futebolística ainda exige sistemas completos de irrigação, drenagem, ventilação e luzes artificiais para cultivo. Até mesmo os centros de treinamento das seleções deverão seguir essas mesmas exigências para manter a consistência do jogo, enquanto a FIFA ainda estuda a ideia de obrigar clubes a ter sempre um jogador da base em campo.

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