Um novo craque está pintando no pedaço e já coloca seu nome na lista para defender a Amarelinha em 2030! Breno Bidon, o jovem talento que virou xodó no meio-campo do Corinthians, desponta como uma das grandes promessas do futebol brasileiro. Seu estilo de jogo único e sua liderança discreta o credenciam para um futuro promissor, quem sabe, até mesmo sob o comando de Carlo Ancelotti.
Nascido em 2005, este fenômeno já se estabeleceu como peça-chave no time principal do Timão há duas temporadas. Passando por diferentes técnicos, Bidon sempre manteve sua posição, mostrando ser um jogador de equilíbrio fundamental para a equipe em diversas situações de jogo. Sua boa relação com a bola e uma criatividade de outro mundo o fazem um dos atletas mais promissores do elenco alvinegro. A expectativa é que propostas de gigantes europeus não demorem a chegar, catapultando-o de vez para a elite e para a consideração na próxima convocação da Seleção.
Revelado nas categorias de base do Corinthians, o meia de apenas 19 anos fez sua estreia profissional em 2024 e já superou a impressionante marca de cem jogos com a camisa do clube, além de acumular passagens pelas seleções juvenis do Brasil. Vestindo a camisa 7, Bidon atua como o motor do ataque, imprimindo fluidez às ações ofensivas. É visível a sua importância: sem ele, o time perde organização, circulação de bola e consistência na recomposição defensiva. Apesar de não ser um gigante fisicamente, com estatura e massa muscular modestas, ele compensa com velocidade em pequenos espaços e um tempo de reação acima da média, agindo rapidamente com ou sem a posse. Sua habilidade técnica é um espetáculo à parte, especialmente no jogo de passes curtos e triangulações.
O porte físico do jovem é um ponto de atenção para seu futuro, podendo apresentar desafios em ligas mais exigentes como a alemã ou a inglesa. Contudo, essa mesma leveza pode ser uma vantagem em times que priorizam a posse de bola e o jogo apoiado em espaços curtos, características muito apreciadas em certos campeonatos europeus. Tecnicamente, Bidon é um jogador de altíssimo calibre, pronto para brilhar onde o toque de bola e a inteligência prevalecem. Será que ele tem mesmo o que é preciso para ser a ‘cara’ da Seleção Brasileira em 2030?
