Choradeira e Emoção: Celebridades abrem o jogo sobre a vida de mãe

O Dia das Mães sempre mexe com o coração dos brasileiros, e com as estrelas não é diferente! Neste domingo, 10 de maio de 2026, quando celebramos a figura materna, mergulhamos nas confissões mais tocantes de nomes conhecidos do nosso país. De Matheus Nachtergaele a Giovanna Ewbank, passando por Deborah Secco, Tata Werneck e Taís Araujo, muitas celebridades abriram suas almas para expor os sentimentos mais profundos sobre a arte de ser mãe ou a profunda conexão com quem lhes deu a vida. Prepare-se para emoções fortes, porque essas histórias vão te pegar!

Entre os momentos que mais comoveram a audiência, destaca-se o desabafo de Matheus Nachtergaele no ‘Lady Night’, de Tata Werneck. O aclamado ator abriu o livro de sua própria vida para recordar sua genitora, a poetisa Cecília, que partiu precocemente quando ele tinha apenas três meses de idade. Antes de sua partida, ela deixou um diário íntimo, detalhando cada instante dos primeiros meses do pequeno Matheus. A última anotação dessa mãe, um legado de amor e despedida, trazia um momento singelo do filho. O relato era sobre quando o bebê começou a se despertar para o mundo exterior, além do elo exclusivo com a mãe. ‘Com três meses é quando um bebê começa a ver o mundo fora dessa relação dele com a mãe. Ele e a mãe são uma coisa só. Com três meses, mais ou menos, parece que você faz a passagem. E eu acho que ela esperou eu sacar que tinha outras coisas para partir, porque a última coisa que ela escreveu no diário, antes de morrer, foi: ‘Hoje, pela primeira vez, o bebê brincou com o sininho do berço’’, revelou o astro. Com a voz embargada pela saudade, ele ainda arrematou, atribuindo àquela perda a semente de sua arte: ‘Então, mãe, afinal, eu agradeço a você, porque me fazendo sofrer fez nascer em mim a poesia que te ofereço com timidez’. Uma confissão que tocou fundo no coração de todos.

Outra grande estrela a abrir o coração foi Deborah Secco, em uma entrevista reveladora para a LeoDias TV. A atriz confessou a profunda ligação que a une à sua progenitora, Silvia Secco, e como esse forte elo moldou seu desejo de experimentar a maternidade. ‘Eu amo a minha mãe avassaladoramente. Quando qualquer coisa boa acontece comigo, ela é a primeira pessoa para quem eu quero correr. Então, eu queria muito ser amada por alguém como eu amo a minha mãe. Que alguém olhasse para mim como eu olho para a minha mãe’, disse a artista, que sempre viu na jornada de ser mãe uma expansão do afeto que a nutria desde a infância. Com Maria Flor, sua primogênita de 10 anos, Deborah descreve uma união ‘simbiótica’, esforçando-se para criar a pequena com liberdade, longe de velhos padrões. O palco do ‘Altas Horas’ também foi cenário para a emocionada declaração de Giovanna Ewbank. A apresentadora recordou um diálogo bastante sensível com Titi, sua filha mais velha, que veio de Malawi, na África. A menina, com sua pureza, perguntou à mãe sobre de qual barriga ela havia nascido. Com ternura, Giovanna explicou que Titi brotou do seu coração. ‘Ela falou: ‘Mamãe’.

Essas histórias emocionantes, carregadas de paixão incondicional e desafios superados, apenas reforçam uma verdade universal: o sentimento materno não tem fronteiras, seja ele de sangue, de criação ou do mais puro afeto. É um grito da alma que reverbera em cada abraço, em cada ensinamento, em cada lágrima e risada compartilhada. E você, qual declaração te tocou mais fundo neste Dia das Mães? A caixa de comentários te espera!

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