O segredo do tapa em Macron: Ciúmes de atriz balançou o Eliseu

Lembra daquele barraco real que chocou o mundo? O famoso tapa que a primeira-dama da França, Brigitte Macron, aplicou no marido, o presidente Emmanuel Macron, durante um desembarque no Vietnã, no ano passado, esconde um enredo digno de novela. O que o governo tentou vender como um “momento de cumplicidade” era, na verdade, a explosão de uma crise de ciúmes envolvendo uma atriz de cinema. Uma bomba dessas não fica guardada para sempre!

A verdade veio à tona na última quarta-feira, dia 13 de maio, graças ao jornalista Florian Tardif, da renomada revista Paris Match. Ele lançou seu livro “Un Couple Presque Parfait” (Um Casal Quase Perfeito) e revelou os detalhes explosivos. O incidente ocorreu logo depois que Brigitte flagrou uma notificação no celular do esposo ainda no avião: uma mensagem da belíssima atriz franco-iraniana Golshifteh Farahani, de 42 anos. O bicho pegou!

Em entrevista a uma rádio, o escritor detalhou que o líder político mantinha um “amor platônico” com a artista por meses, e essa relação virtual ia muito além do que a gente podia imaginar. Apesar de o conteúdo exato do texto não ser uma prova cabal de infidelidade física, carregava segundas intenções que demoliram a confiança da primeira-dama. Uma fonte ligada à família abriu o jogo: “O que magoara Brigitte não é tanto o conteúdo da mensagem, mas o que ela implicava: uma possibilidade. Uma porta entreaberta para um mundo que ela pensava controlar.” A informante ainda sublinhou que a esposa do presidente se sentiu profundamente rebaixada pela situação, ainda mais porque a “rival” era bem mais jovem.

Na época do escândalo em Hanói, o Palácio do Eliseu fez um malabarismo sem precedentes para abafar o caso. A sede do governo chegou a negar a agressão, depois mudou o discurso para uma “brincadeira” e, acuada pelas imagens de Macron tentando disfarçar com um sorriso amarelo para as câmeras, acabou admitindo uma “briguinha de casal”. Mas agora, com a poeira baixando, a pergunta que fica é: será que esse “amor platônico” já virou coisa do passado ou a chama virtual ainda acende nos bastidores do poder francês?

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